idoso se cuidando

Qualidade de vida depois dos 60 anos: mudança de hábitos é possível em qualquer idade!

Vivemos cada vez mais e hoje temos mais conhecimentos para manter uma vida saudável. Porém, se o objetivo for ter qualidade de vida e longevidade, é necessário tomar algumas atitudes em prol da própria saúde. 

No livro “O Poder do Hábito”, Charles Duhigg traz algumas dicas, ideias, experimentos e pesquisas que demonstram os hábitos das pessoas. O autor tem como objetivo mostrar como podemos mudar atitudes e, em um trecho do livro, descreve:

“Quando você acordou hoje de manhã, qual foi a primeira coisa que fez? Você foi direto para o chuveiro, checou seu e-mail ou pegou um donut no balcão da cozinha? […] A maioria das escolhas que fazemos a cada dia pode parecer fruto de decisões tomadas com bastante consideração, porém não é. Elas são hábitos”

Podemos perceber que boa parte das nossas atitudes são decididas no piloto automático, mas por mais que esses hábitos estejam profundamente instalados em nosso dia a dia, é possível mudá-los mesmo após envelhecer. 

Mudar os hábitos em idosos

Todos nós temos hábitos ruins e vamos cultivando novos ao longo da vida. Porém, à medida em que envelhecemos, alguns deles podem se tornar bastante perigosos. De acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, um homem de 60 anos, com diabetes e uma doença cardíaca, vive cerca de 12 anos a menos do que outro sem essas doenças.

É fundamental que alguns cuidados sejam tomados para evitar que alguma doença se manifeste e para garantir mais qualidade de vida para a pessoa idosa. Confira algumas dicas para alcançar a longevidade com os hábitos citados abaixo!

Hábitos alimentares

Existem alimentos como doces, carboidratos e frituras os quais devem ser, se não eliminados, ao menos reduzidos em todas as idades, mas principalmente para os idosos. Nessa fase da vida, todo o organismo se torna mais sensível e esses alimentos não suprem os nutrientes necessários. 

Passar a consumir mais legumes, verduras e frutas já é um começo para mudar hábitos e procurar ir cortando esses alimentos calóricos aos poucos é essencial. Um nutricionista pode ajudar a classificar os alimentos mais adequados e até mesmo solicitar exames para determinar a condição de saúde. 

Praticar exercícios

Os anos vão passando e o corpo já não é mais o mesmo, mas os exercícios são essenciais para alcançar a longevidade. Os ossos podem não suportar as atividades físicas como antes, mas existem opções mais leves que já trazem bons resultados sem precisar forçar demais.

A prática de exercícios ajuda a melhorar a circulação sanguínea, resistência física, sistema cardíaco e muito mais. Fazer yoga, pilates, caminhadas, andar de bicicleta ou outras atividades proporciona o bem estar e saúde que a pessoa nessa fase precisa para seguir com qualidade de vida.

Exames e visitas ao médico

Não é necessário estar doente para ir ao médico. O check-up (avaliação médica de rotina) é essencial para garantir que não há nada de errado com o paciente. A prevenção e identificação de certas doenças só é possível por meio de alguns exames e se o médico não for consultado se tornará ainda mais difícil de tratá-las.

Muitas doenças possuem maior chance de cura quando são diagnosticadas precocemente. Por isso, o médico deve ser visto como um aliado para a saúde do idoso e evitar que algo o acometa.

Atividades que estimulam o cérebro

O cérebro deve ser visto como um músculo: quanto mais o exercitamos, mais forte ele fica. Isso significa que você estará aperfeiçoando sua capacidade de aprender coisas novas e memorizar as informações.

Para evitar problemas de saúde que ameaçam o funcionamento do cérebro, é necessário mantê-lo afiado. Ler, fazer palavras cruzadas, participar de cursos e oficinas são algumas práticas simples que ajudam a fortalecer esse órgão, mas existem muitos outros exercícios e quebras de rotina que também ajudam a mudar os hábitos em idosos.

Medicamentos como auxílio para a qualidade de vida

Diversas pessoas deixam de tomar seus remédios no tempo certo, mas é necessário entender que eles servem para melhorar o estado de saúde e a qualidade de vida do paciente. Se o médico recomendou o seu uso, significa que a substância contida nas medicações é necessária. 

Largar vícios nocivos

O cigarro, devido à dependência química, é um pouco mais difícil de ser abandonado. Porém, suas substâncias não apenas prejudicam o sistema respiratório como um todo como também facilitam o desenvolvimento de doenças como câncer na garganta, na língua e outros.

Já o álcool, traz riscos sérios para o fígado, um dos órgãos mais importantes do nosso organismo. O abuso de bebidas alcoólicas pode contribuir para o desenvolvimento de uma inflamação crônica, hepatite alcoólica e até uma doença ainda mais grave, a cirrose.

Vida social ativa

É natural que o idoso se sinta mais solitário, especialmente depois da perda de entes queridos. Porém, a socialização é fundamental para preservar a saúde mental e emocional. Nesse sentido, sair e fazer novas amizades é uma ótima forma de melhorar a qualidade de vida.

Para aqueles que preferem ficar em casa, a aproximação dos parentes tem um papel importante nessa mudança de hábito. Estimulando passeios, viagens e novas amizades, a pessoa começará a se sentir mais animada e afastar pensamentos ruins que podem desencadear uma depressão.

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