Conheça o “novo idoso”: encarando a idade com positividade!

A população sênior está crescendo cada vez mais. De acordo com dados do Ministério da Saúde, são 28 milhões de pessoas acima dos 60 anos no país e  a estimativa é que até 2031 esse número chegue a 43 milhões. Porém, a ideia que temos, daquele senhor que fica jogando dominó na praça, uma pessoa mais debilitada, não é mais o que vemos na sociedade.

Atualmente, a expectativa de vida do brasileiro é 73 anos para homens e 80 para mulheres, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento desse dado está diretamente relacionado com o acesso a informação sobre saúde e bem-estar, avanço das tecnologias, tratamentos e exames diagnósticos. Além disso, também é ligado a melhora da infraestrutura do país.

Pessoas dessa faixa etária têm consumido cada vez mais e itens mais diversos. Os “novos idosos” buscam por mais integração social e autonomia, além de investir em sua autoestima e, ainda, preencher o tempo com várias atividades. 

O perfil do idoso ativo

De acordo com uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil, a visão dessas pessoas sobre o envelhecimento é muito positiva, muito ligada a sabedoria e o sentimento de realização das metas colocadas para sua vida. Entre seus hábitos mais comuns, o estudo determinou que 35% deles assistem televisão, 31% vão à igreja e 30% gostam de navegar na internet como forma de lazer. Muitos deles acreditam que ainda têm muito para viver, prova disso é de que viagens são o terceiro item mais consumido (24%) pelos mais velhos.

Com maior poder aquisitivo e mais saúde, o idoso mais ativo envelhece de forma mais feliz, reinventando sua história e assumindo novos hábitos, isso é fundamental para a saúde mental. 

Para conseguir envelhecer dessa forma é preciso mudar o estilo de vida ainda jovem. Confira algumas dicas.

  • Praticar atividades físicas;
  • Adotar uma alimentação equilibrada;
  • Exercitar o cérebro, adquirindo conhecimento;
  • Preparar-se economicamente para o futuro.

Mesmo com esse crescimento, infelizmente, eles ainda sofrem com o preconceito, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define como “ageísmo”, derivado do termo age em inglês, que significa idade.

Geralmente, esse tipo de discriminação acontece por causa de estereótipos de que os mais velhos são mais “frágeis” fisicamente e “caducos”. Isso faz com que os mais novos passem a infantilizar os idosos, o que é extremamente prejudicial para a autoestima.

Quando são tratados como crianças ou incapazes, eles passam a acreditar que realmente são  mais frágeis e não conseguem lidar com as situações do dia a dia. Fique de olho para que o carinho e a afeição não se tornem fatores que descaracterizam o idoso. 

O ideal é ser coerente, adequar sua linguagem e promover a autonomia e independência do idoso. Converse com ele e permita que tenha voz ativa. Preste atenção na forma como eles respondem e em seus conselhos, afinal, é possível aprender muito com as pessoas mais velhas.

Idoso e o novo coronavírus

Agora que estamos no meio da pandemia da COVID-19 e os idosos fazem parte do grupo de risco, o ideal é conversar com eles.

O idoso é totalmente capaz de compreender e passar pela situação atual se as pessoas não agirem como se eles não tivessem capacidade de entender o que está acontecendo ao redor. Então, é importante explicar o cenário atual e reforçar que as medidas de prevenção são essenciais para a sobrevivência de todos. 

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